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Classe C na mira do e-commerce

A expansão da banda larga e a queda no preço de computadores criam um novo nicho para o comércio virtual O Brasil tem presenciado a ascensão de um novo grupo, com dinheiro no bolso e disposto a comprar. Com a expansão da banda larga e o aumento no número de computadores em residências, a classe C, que desempenhou um papel fundamental durante a crise financeira, mantendo o ritmo do comércio tradicional e ajudando o Brasil a sofrer menores impactos, agora é um importante nicho, também, para o e-commerce. "A venda de computadores com preços cada vez mais populares e o acesso mais difundido à internet estão aumentando o contato da classe C com o mundo virtual", Com uma comunicação clara, credibilidade na relação com o cliente, bons preços e – importante – facilidade no pagamento, as vendas pela web têm grandes chances de crescer entre esse público. O grande desafio para o e-commerce na conquista da classe C é convencer os que têm menos experiência na rede de que comprar no mundo virtual é seguro. "Isso é algo com que lidamos desde o começo da Internet. Com o passar dos anos, as pessoas vão se tornando mais confiantes". Os jovens do grupo já se viram bem na web, mas grande parte dos adultos começa a compreendê-la agora, ainda com uma certa dose de desconfiança. "Claro que alguém 'recém-chegado' à internet irá pesquisar, perguntar, até pedir um auxílio de alguém mais experiente, antes de fazer uma compra. Sempre há aquele medo de ser enganado, ou de não receber o produto. Isso deve muda com o tempo". Fidelização Comprar na internet é, antes de tudo, uma questão de confiança. Ninguém, com o mínimo de conhecimento sobre a rede, vai adquirir um produto de um site desconhecido, sem ter nenhuma garantia da qualidade do que se vende e, mesmo, do recebimento do que será comprado. Por isso, em uma próxima aquisição, o consumidor, certamente, vai dar preferência ao site onde já fez uma compra que deu certo. A fidelização é uma consequência de boas ações implementadas na rede. "A fidelização é resultado de muitas ações, como larga presença na web, facilidade na hora de finalizar a compra, mais formas de pagamento, preço competitivo, um leque grande de produtos, um atendimento de pós-venda eficiente e uma boa experiência de compra, entre outros fatores".
Categoria: Economia
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 16h56
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Chineses de Olho em Consessionárias Brasileiras de Energia 
A empresa estatal chinesa SGID (State Grid International Development) anunciou um acordo para a compra de sete concessionárias elétricas brasileiras, pertencentes a grupos espanhóis. O valor da transação é de R$ 3,1 bilhões --o maior investimento chinês no Brasil da história.
A SGID, uma gigante do setor elétrico mundial, é especializada em investir em eletricidade fora da China. Segundo ranking da "Fortune", é a 15ª maior empresa do mundo em receita. A compra ainda precisa ser aprovada pela Aneel.
Com o negócio, a estatal assume parte das empresas Expansión Transmissão e Expansión Transmissão Itumbiara Marimbondo e a íntegra das concessionárias Ribeirão Preto, Serra Paracatu Transmissora de Energia, Poços de Caldas Transmissora, Itumbiara Transmissora e Serra da Mesa.
Uma parte das empresas a chinesa comprou da espanhola Elecnor, que lhe vendeu participações em sete empresas brasileiras de transmissão elétrica por R$ 934,4 milhões (US$ 520 milhões). A espanhola também informou que comprou outra empresa de transmissão brasileira. a LT Triângulo, por R$ 352,4 milhões.
Categoria: Economia
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 16h37
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Quanto custa a Corrupção no Brasil?

O preço da corrupção custa para o Brasil entre R$ 41,5 e R$ 69,1 bilhões por ano. A estimativa é de um estudo divulgado 13/5/2010 pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). De acordo com o relatório Corrupção: Custos Econômicos e Propostas de Combate, o custo com a corrupção representa entre 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O dinheiro, se investido em educação, por exemplo, poderia ampliar de 34,5 milhões para 51 milhões o número de estudantes matriculados na rede pública do ensino fundamental, além de melhorar as condições de vida do brasileiro. "O custo extremamente elevado da corrupção no Brasil prejudica o aumento da renda per capita, o crescimento e a competitividade do país, compromete a possibilidade de oferecer à população melhores condições econômicas e de bem-estar social e às empresas melhores condições de infraestrutura e um ambiente de negócios mais estável", diz o estudo da Fiesp. O relatório aponta também que, se o desvio de verbas no país fosse menor, a quantidade de leitos para internação nos hospitais públicos poderia subir de 367.397 para 694.409. O dinheiro desviado também poderia atender com moradias mais de 2,9 milhões de famílias e levar saneamento básico a mais de 23,3 milhões de domicílios.
Para a área de infraestrutura, o relatório calcula que se não houvesse tanta corrupção, 277 novos aeroportos poderiam ser construídos no país. A precariedade dos terminais é um dos maiores problemas para a realização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O estudo também revela, citando informações da organização não governamental (ONG) Transparência Internacional, que o país conseguiu reduzir a corrupção, mas não foi suficiente para tirá-lo, em 2009, da 75ª colocação em um ranking de 180 países. O relatório da Fiesp propõe como medidas de combate à corrupção uma reforma política que, entre outras coisas, estabeleça regras e procedimentos transparentes para o controle do financiamento de campanhas eleitorais; uma reforma do judiciário, com medidas que reduzam a percepção da impunidade e que punam mais rapidamente os casos de corrupção; uma reforma administrativa, que reduza as nomeações para cargos de confiança, o poder de barganha no jogo político e a captação de propinas nas estatais; além de reformas fiscal e tributária, que aumentem o controle sobre os gastos públicos e evitem o pagamento de propinas.
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 11h24
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Novas Projeções para IPCA e PIB 
As instituições financeiras aumentaram pela décima sétima semana seguida o prognóstico para a inflação em 2010, segundo o relatório Focus divulgado hoje (17) pelo Banco Central (BC). Os agentes de mercado consultados estimam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre 2010 a 5,54%, um ligeiro aumento ante os 5,50% da semana passada. Há quatro semanas, a projeção era de 5,32%. Para o ano que vem, as instituições mantiveram a estimativa de 4,80%. Já o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) deve fechar este ano em 8,56%. Na semana passada, a meta era de 8,53% e, há um mês, de 7,99%. A aposta para 2011 não foi alterada (4,98%). Para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), a previsão para 2010 subiu de 8,24% há uma semana para os atuais 8,43%. A expectativa para 2011 foi mantida em 5,00%. PIB Mais uma vez, cresceu a expectativa das instituições consultadas pelo BC para o PIB doméstico de 2010. A mediana agora é de 6,30%, ante 6,26% há uma semana. As projeções para 2011 apontam para um crescimento de 4,50%. Selic O mercado manteve a previsão para a taxa básica de juros do país (Selic) para 2010 em 11,75% ao ano. Para 2011, a taxa prevista ficou em 11,50%. Câmbio De acordo com o boletim Focus, a projeção para a taxa de câmbio segue em R$ 1,80 ao fim deste ano. Em relação ao ano que vem, os agentes de mercado estimam que a taxa fique em R$ 1,85.
Categoria: Economia
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 11h13
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Poupança ou renda fixa... é Hora de Repensar
Embora o volume de depósitos tenha superado os saques da caderneta de poupança no mês de abril, a situação deve se inverter nos próximos meses. "A taxa básica de juros foi elevada pelo Copom na última reunião, e o comitê sinaliza que outras elevações virão. Com juros mais altos os investimentos pós fixados na taxa trarão melhores retornos ao investidor e, por isso, é certo que muita gente vai preferir deixar a caderneta de poupança em busca de uma modalidade tão segura quanto, mas mais lucrativa".
O aumento em abril pode ser explicado pelas incertezas atuais vividas nos mercados, tanto no nacional, quanto no internacional. "Ouvir falar em nova crise, mesmo que seja na Europa, assusta o investidor. Além disso, na penúltima reunião o Copom manteve a taxa de juros inalterada. Como esse é um ano eleitoral, essa manutenção deixou boa parte das pessoas em alerta, questionando se o Copom teria coragem de aumentar. Então, muitos não quiseram arriscar e optaram por manter o dinheiro em um lugar seguro". “Com a Selic subindo, muitos vão em busca de investimentos atrelados à taxa, que devem trazer maior retorno financeiro. Porém, é preciso ter em mente que os fundos DI e renda fixa possuem uma série de taxações e incidência de impostos, que podem fazer com que não valham a pena. Considerando todos os custos, eu diria que só vale migrar quando as taxas de administração forem inferiores ou iguais a 1%". "Buscar novos investimentos, opções mais rentáveis, infelizmente é privilégio de quem tem educação financeira e entende um pouco do mercado. E muita gente que tem dinheiro na poupança, não tem esse entendimento, ou muitas vezes nem tem tempo para estudar o mercado. Para essas pessoas, não acho que a poupança seja ruim nesse momento, ao contrário, ela ainda está competitiva com os fundos DI e RF. Eu apenas diria para quem quer ganhar mais começar a estudar as modalidades, porque, em poucos meses, talvez seja, sim, a hora de sair da caderneta"
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 12h45
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Juros no Brasil

Brasil lidera do ranking mundial de juros O Brasil consolidou a liderança no ranking mundial do juro real - que desconta da taxa básica a inflação projetada para os 12 meses seguintes -, após o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) elevar o juro básico para em 0,75 pontos porcentual, para 9,5% ao ano. A alta desta quarta-feira levou os juros reais a 4,5% ao ano. Na segunda posição do ranking elaborado pela consultoria UpTrend com 40 das maiores economias do planeta, aparece a Indonésia, com taxa real de 3%. Em terceiro lugar vem a China, com 2,8%. A liderança brasileira no juro real persiste mesmo quando a Selic, a taxa básica da economia brasileira, atinge os índices mais baixos da história. Desde 2003, início do governo Lula, a Selic passou de impressionantes 25,50% para apenas um dígito, fato inédito no país. Por nove meses, os juros básicos foram mantidos estáveis a 8,75% ao ano. A ação do Banco Central nesta quarta era amplamente esperada pelo mercado, embora a maior parte dos analistas previsse um aumento menor, de 0,50 pontos porcentuais. É justificado para conter pressões inflacionárias ante um apregoado - e controverso - aumento exagerado da demanda. As projeções do mercado para a inflação vêm sendo revistas para cima a cada semana e já ultrapassam o centro da meta do governo, de 4,5%. Economistas consultados pelo BC no boletim Focus divulgado na última segunda-feira esperam, para este ano, uma alta de 5,41% do IPCA - o índice oficial de inflação. Mas ainda há dúvidas sobre o quanto dessa inflação pode ser resultado de descompasso entre consumo e produção ou reflexo de pressão temporária, decorrente de aumentos pontuais dos preços.  É fato que o Brasil vive forte crescimento econômico. Para um número cada vez maior de analistas financeiros, corre o risco de "superaquecimento". No entanto, o debate sobre um crescimento excessivo é polêmico. O Ministério da Fazenda, no documento "Economia Brasileira em Perspectiva", já menciona aumento de 6% para o PIB (Produto Interno Bruto) deste ano. No mercado, há quem fale 7%. O ministro Guido Mantega, porém, rebate a idéia de que a recuperação da economia esteja indo rápido demais. Na semana passada, disse que a economia está "aquecida, e não superaquecida". Assim, a alta do juro resultaria, em parte, do "sucesso" da economia nacional. E o papel do BC, neste momento, é conter a euforia. O próprio presidente da autoridade monetária, Henrique Meirelles, já disse no ano passado que "o BC é o adulto que corta o chope da festa", ao exercer sua função constitucional de guardião da moeda. Em contrapartida, economistas considerados "desenvolvimentistas" - ou seja, não ligados ao pensamento neoclássico predominante no mercado financeiro - defendem que, em vez de aumento do juro, o momento exige estímulo à produção e ao investimento de longo prazo, com incentivos fiscais e tributários. 'E eu com isso?' Selic é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, criado em 1979 pelo Banco Central e pela Andima (Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto) com o propósito de tornar mais transparente e segura a negociação de títulos públicos. É considerada a taxa básica da economia porque remunera os títulos públicos federais e afeta o custo do crédito para empresas e consumidores. Considerado o principal instrumento de controle da inflação, o aumento dos juros tem também efeitos colaterais. Um deles é a valorização do real diante do dólar. A Selic mais elevada aumenta o diferencial dos juros praticados no mercado brasileiro em relação a outras praças do mundo, atraindo investidores, o que significa mais dólares no país. O câmbio valorizado é uma das principais queixas da indústria brasileira hoje, pois mina a competitividade do produto nacional, favorecendo importações e prejudicando exportações.
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 12h16
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A mordida da fera 2010

IR - passo a passo e tira dúvidas na reta final da entrega do IR 2010
- O prazo para a entrega da Declaração de Ajuste Anual do IR 2010 (ano-base 2009) começou no dia 1 de março e termina na próxima sexta-feira, dia 30 de abril. Apesar desses dois meses, muitos contribuintes ainda não cumpriram com sua obrigação, alguns por falta de tempo, outros por ainda terem dúvidas quanto à declaração.
Independentemente do motivo, essas pessoas têm poucos dias para prestar as contas com o leão e com a proximidade do prazo final. A Receita já alerta para um "congestionamento" do sistema, que poderá estar mais lento nos próximos dias.
Para ajudar aqueles que ainda têm dúvidas quanto à declaração, seguem algumas informações básicas sobre o IR 2010.
Quem precisa declarar Para o ajuste anual de 2010, estão obrigados a declarar todos os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ R$ 17.215,08 durante o ano de 2009.
Além disso, estão obrigados a declarar aqueles que: - Receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40.000,00;
- Realizaram, em qualquer mês-calendário, venda de bens ou direitos na qual foi apurado ganho de capital sujeito à incidência de imposto, mesmo nos casos em que o contribuinte optou pela isenção através da aplicação do produto da venda no compra de imóveis residenciais no prazo de 180 dias;
- Realizaram negócios em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
- Teve posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil durante o ano de 2009;
- Passaram à condição de residente no Brasil durante o ano de 2009 e nessa condição se encontravam em 31 de dezembro;
- Indivíduos com receita bruta superior a R$ 86.075,40 através de atividade rural, ou que estejam compensando prejuízos de anos anteriores ou do ano que se refere a declaração, neste caso, sendo vedada à declaração através do modelo simplificado.
Junte os comprovantes Tenha calma, porque a papelada não será pouca. Junte tudo o que for possível: comprovantes de rendimento, recibos de despesas pagas e que podem ser deduzidas (educação, saúde, contribuição previdenciária, pensão alimentícia paga etc) e comprovantes do imposto de renda já pago no ano passado (IR na fonte ou carnê-leão).
Lembre-se de levantar ainda os dados referentes a empréstimos realizados, todos os bens que possui em seu nome e a situação de cada um (compra, venda). Possui dependentes? Se eles não têm renda e estão desobrigados de entregar o documento, inclua-os na sua declaração e desconte do cálculo do imposto os gastos que teve com eles, incluindo saúde e educação, respeitando os limites existentes para cada caso.
Formas de declarar Existem dois modelos de declaração: o completo e o simplificado. No primeiro caso, é possível deduzir as despesas que mencionamos, de forma a reduzir o imposto a pagar. Já na forma simplificada, os descontos aos quais teria direito são substituídos por um desconto padrão de 20% sobre o valor do imposto apurado, limitado a R$ 12.743,63.
Ou seja, opte pelo modelo completo apenas se todas as despesas dedutíveis, somadas, ultrapassarem o desconto máximo (R$ 12.743,63) permitido no modelo simplificado.
Como entregar a declaração Atualmente, existem duas opções para a entrega da declaração: Computador e Formulário. Vale lembrar que o envio por telefone foi suspenso a partir do IRPF 2006 (ano-base 2005). Computador - Programa de IRPF Disponível para download no site da Receita Federal, o programa de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) pode ser usado tanto por quem opta pelo modelo simplificado, quanto por quem usa o modelo completo. Quem preferir efetuar a declaração pelo programa poderá enviar sua declaração através da internet ou de disquete (que devem ser entregues nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal).
Formulário: Pode ser obtido e entregue nas agências dos Correios, ao custo de R$ 5, a ser pago pelo contribuinte.
Escrito por Luiz Carlos Albuquerque às 10h09
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Crédito Consignado

A concessão de empréstimo pessoal e consignado tem batido excelentes resultados no primeiro trimestre de 2010. O INSS registrou mais de 1,05 milhões de operações de crédito no mês, também foi constatado que houve um crescimento de 67% maior que o mesmo período do ano anterior. Em março, as operações de empréstimo pessoal consignado concedida aos ”aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)” por Bancos, financeiras e instituições de crédito, tiveram uma soma de R$ 2,58 bilhões. O valor ficou 111% acima comparado ao mês de março de 2009. Em março de 2009, os contratos concedidos somaram R$ 1,22 bilhão que corresponde a um total de 627,8 mil operações concretizadas.
Escrito por Crédito Bom às 16h46
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Beneficios Corporativos
Mais Empresas Vão com CardConsignado  Seguindo a tendencia de novos cartões, o cartão de crédito consignado tem inovado neste quesito. Detentora de uma moderna estrutura na conceção de beneficios. Com uma performa-se dinâmica a ser aplicado a todo e qualquer tipo de empresa ou orgão público. A empresa podera então valorizar o seu maior patrimônio "o colaborador" que por restrições aos órgãos de proteção ao crédito, acaba sendo desmotivado a mostrar todo o seu potencial dentro da companhia. Empresários de vários seguimentos buscam incessantemente esta motivação através de palestras, cursos, seminários, premiações, viagens, confraternizações, etc. Embora tudo isso seja benéfico para empresa, quando surge a necessidade financeira de um colaborador, cai por terra todo ou grande parte do investimento. Por isso quando se trata de um produto que atenda todos, o Card Consignado sai a frente. Praticidade: Possui bandeira Visa. Isso significa que além de toda segurança e agilidade, permite acesso a mais de 1 Milhão de estabelecimentos em todo o Brasil para compra de bens e serviços. Valorize seu funcionário/colaborador, torne o mais apto aos objetivos e avanços constantes e aos desafios que sua empresa necessita para o bom alavancamento. Comodidade: o pagamento mínimo (RMC – reserva de margem consignável) é descontado diretamente do salário mensal mas há total flexibilidade para pagamento do saldo remanescente na rede bancária - total ou parcialmente – por meio da fatura enviada mensalmente por correio. Principais Vantagens do Card Consignado
Possibilita realizar saques* em dinheiro em toda a REDEPLUS - O titular também pode realizar o Telesaque, ou seja, transferência de dinheiro* para sua própria conta corrente com apenas um contato telefônico à Central de Atendimento do Card Consignado;
- Até 40 dias para pagar as compras sem juros;
Benefícios do Card Consignado para os Funcionários - Isenção total de anuidade e taxa de adesão ao titular e seus adicionais;
 - Limite de Crédito Rotativo equivalente a 100% do salário *;
- Linha de crédito permanente e disponível a qualquer momento;
- Taxa de juros bem inferiores à média praticadas pelos cartões de crédito convencionais e cheques especiais;
- Até 40 dias para pagar as compras sem incidência de juros;
- Meio de pagamento moderno, rápido e seguro concedido a TODOS os colaboradores, independentemente do nível salarial e de consulta aos órgãos de proteção ao crédito (SPC, SERASA, etc...).
*Percentual poderá variar conforme negociação com a empresa.
Benefícios do Card Consignado para a Empresa - Extensão do portfólio de benefícios aos colaboradores;
- Atende as necessidades habituais e emergenciais dos funcionários, substituindo linhas de crédito oferecidas pela Empresa;
- Possibilita a eliminação de convênios com redes de supermercados e farmácias e os respectivos processos de controle;
- Ausência de coobrigação em relação aos saldos devedores dos funcionários junto ao cartão de crédito
- um produto inovador na gestão de recursos humanos, orientado por uma visão de responsabilidade e inserção social, associada a uma política de fidelização e definição de funcionários, caracterizando-se como produto de meio de pagamento e de crédito em condições favorecidas;
- Processo sistematizado de lançamento mensal dos descontos em folha de pagamento.
- Importante ferramenta de difusão da imagem institucional positiva da Empresa, tanto no plano interno (endomarketing) como no plano do mercado em geral.
Fonte: www.cardconsignado.com.br
Escrito por Crédito Bom às 16h29
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